Hoje vou falar sobre a bibliografia que usei desde o dia 27/01/19 até hoje para concursos de cartórios. Relembrando minha dica de sempre: costumo comprar 01 por vez, ou no máximo 03 ao mesmo tempo. Termino de ler e só compro o próximo depois de ter lido TODOS os que já comprei, pra evitar acumular e comprar coisas que não vou ler. Fiz um vídeo sobre isso no meu instagram, quem quiser ver clica aqui . Não ganhei nada para esse post, apenas relato a minha experiência. Inclusive, se eu te influenciei a comprar algum livro, manda mensagem para respectiva editora contando que te ajudei na compra :) vai que eles me mandam algum livrinho extra? kkk 1º Livro - Registros Públicos - Teoria e Prática , autor: Luiz Guilherme Loureiro. Clica aqui para ir comprar na Editora Juspodvm . 2º Livro - Revisaço - Notarial e Registral - Mais de 1.080 Questões Comentadas. Obs.: na época que comprei eram 900 e poucas. Clica aqui para ir comprar na Editora Juspodvm . 3º Livro - Manual de Direito Civil - Vol. Ú...
Paternidade O dia dos pais já passou, mas ainda estamos em agosto, pelo que peço licença para falar sobre paternidade. Antes de apresentar minhas considerações, deixo meus parabéns (atrasado) a todos os papais que lêem essa coluna, em especial ao meu, Sr. Valtemar, sempre dedicado, incentivador dos nossos estudos e cumpridor de suas obrigações comigo e meus irmãos. Mas sei que nem todos os filhos têm a minha sorte. De acordo com a Associação Nacional dos Registradores Civis de Pessoas Naturais (Arpen Brasil), mais de 100 mil (cem mil) crianças foram registradas sem o nome do pai no registro de nascimento no ano de 2021, que, frisa-se, ainda não terminou. O percentual de crianças sem o nome paterno subiu pelo quarto ano consecutivo. Para se ter uma ideia, a porcentagem de crianças cujo nome paterno não foi registrado subiu de 5,9% em 2019, para 6,3% em 2021. Estima-se que, ao todo, cerca 5,5 milhões de crianças não têm o nome do pai no assento de nas...
Vícios Sempre critiquei pessoas próximas viciadas em cigarro. É de conhecimento público e notório que cigarro faz mal à saúde, e, para mim, isso basta para saber os limites de usá-lo. “Como não conseguem dosar o uso? Como conseguem ver o lado bom de algo que faz tão mal?”, eram questionamentos que eu fazia, sem entender os viciados em nicotina. Até perceber que sou uma viciada, porém em outra droga: rede social. Eu confesso, sou viciada em redes sociais, falta apenas diagnóstico de um especialista para confirmar. Aliás, será que vício em rede social já foi reconhecido como patológico pela OMS? Se ainda não foi, certamente será. Há tempos, vivo em uma luta constante entre excluir e restaurar facebook e instragram. Quando uso muito e começam a me fazer mal, excluo o aplicativo. Percebo que não basta e desativo. Normalmente começo desativando o instagram, que é meu maior vício. Aí percebo que fico conectada no facebook e no twitter. Aí desativo ...
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